quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Veja imagens da sede de Dom Inocêncio e saiba quem são os distribuidores dos produtos Cristal

Comercial Damasceno em Dom Inocêncio com organização de Marinho Damasceno é distribuidor dos produtos da Cristal

créditos: Marcelo Damasceno
Av. Angelim na sede de Dom Inocêncio em frente ao Comercial Damasceno org. Marinho e Divina  distribuidor da Cristal
mais á frente á esquerda o Comercial Ferreira org. Costinha/Zildenir
início da Avenida Caroá na sede de Dom Inocêncio onde está localizado á esquerda o Armazém Gomes org. Nequinha e Genilde
e Comercial Gomes org. Zé do Valter 

todos representantes Cristal
Travessa Carquejo no centro da sede de Dom Inocêncio com o
Mercadinho São José org. Zequinha
e Comercial Costa org. Elvira
todos  distribuidores dos produtos Cristal

Quase pronto! Aeroporto Internacional Serra da Capivara está na fase final de acabamento. Aeroporto segue sem data para inaugurar. Veja imagens exclusivas!













créditos: Aeroporto Internacional Serra da Capivara.


Veja as imagens mais incríveis que circulam na rede!

R7.comhttp://noticias.r7.com/hora-7/fotos/top-100-do-hora

De boa... Ela tá viva!
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Assim fica mais fácil de encontrar suas raízes!

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Olha direito: o alemãozinho da direita não tá pelado não!
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Cantor e compositor Zeca Baleiro declara seu voto e analisa campanha de candidatos a presidência



Opinião: Um Voto Crítico, Mas Convicto
O direito à oposição e o anseio pela alternância de poder são pressupostos básicos de um estado democrático. Desejar e acalentar o sonho de mudanças também é uma natural aspiração de todo cidadão.
Acho o governo Dilma criticável, como todo governo o é. Acho o PT criticável também, como todos os partidos o são. Como todo brasileiro, anseio por mudanças que urgem, embora reconheça que há mudanças políticas em curso neste governo que são louváveis. De qualquer modo, embora Dilma tenha seus pontos vulneráveis, não vejo adversário digno de sucedê-la. Mudar por mudar não me parece conveniente. 
Um dos argumentos mais usados pelos detratores da atual presidente e seu partido é o de que “estão há muito tempo no poder”. Esquecem que os tucanos há 20 anos ocupam o trono do governo de São Paulo (e há tempos vêm cometendo pecados sem perdão como o desmando irresponsável que gerou a crise de abastecimento de água no estado), isso sem falar nas oligarquias do Maranhão, há 48 anos roendo o osso do poder, e a de Alagoas, há outros tantos anos se perpetuando na política local (e estes casos nem devem ser levados em conta, pois, além de antidemocráticos, são imorais).
Um governo comprometido socialmente deve dirigir o olhar primeiramente aos desfavorecidos, aos excluídos do jogo social, isso é óbvio. Este governo que aí está fez isso. E o que não faltam no Brasil são pessoas vivendo em quadro de pobreza extrema, privadas dos direitos básicos de cidadão, massa de manobra barata para oligarcas usurpadores. Quando o buraco é muito fundo – e o fosso social no Brasil é pra lá de fundo -, não há como não ser assistencialista, infelizmente. Uma das frases feitas que mais me indignam neste pobre debate político (debate entre aspas) é a máxima hipócrita de que “é melhor ensinar a pescar do que dar o peixe”. Ora, como ensinar a pescar um sujeito devastado pela fome e pela doença?

Outro argumento usado à exaustão é o da corrupção, e não podemos nos enganar - todos os partidos, quando ocupam o poder, caem em tentação, para nossa desgraça. A diferença básica neste Fla-Flu de corruptos é que os do PSDB seguem impunes, os do PT nem tanto. Só a punição exemplar desses bandidos somada à vigilância social mais ferrenha poderá fazer banir esta "cultura da corrupção" que hoje impera no país, ou ao menos reduzir os seus índices.

Não sou petista nem sou apegado a partidos ou candidatos. Voto com independência. No primeiro turno, meu voto foi dividido entre candidatos do PSOL, do PSB e do PT. Isto me parece coerente. Se nos próximos anos aparecer uma grande e confiável liderança política de outro partido, não hesitarei em mudar meu voto, desde que seu projeto tenha viés socialista, único projeto político que penso ser viável no mundo de hoje. Isto também me parece coerente.


O que não me parece coerente é ver a ex-candidata Marina Silva, arauta da “nova política”, anunciando seu apoio à candidatura Aécio Neves. Todos sabemos que a sua trajetória de luta contra os barões malfeitores do Acre a aproxima ideologicamente mais do PT, e não foi à toa que ela assumiu a pasta do Meio-Ambiente no governo Lula. Isto que ela agora faz é velha politicagem, jamais nova política. Sabemos para onde miram os políticos do PSDB, e no que vai resultar um novo governo tucano (e faço questão de afirmar o mesmo repúdio às alianças eleitoreiras do PT com velhos caciques paroquiais como Sarney, Collor e Calheiros).

Se a intenção de parte do eleitorado era destronar o PT e Dilma a qualquer custo, então que votasse num partido mais à esquerda (sim, eles existem) e não num partido que reza na cartilha do datado neoliberalismo que levou à convulsão social e ao desemprego massivo países europeus sólidos como França e Espanha, e que quase levou o Brasil à bancarrota, na era FHC. Este, por sua vez, sociólogo pós-graduado na Universidade de Paris, tem como hobby disparar frases infelizes, como a recente declaração preconceituosa e separatista sobre os nordestinos e seu voto, segundo ele, catequizado. Com todo o respeito que possa merecer, o ex-presidente está na Idade Média da Sociologia. Avançamos muito nos últimos anos em termos de “pensamento social”. Não há porque retroceder.

Votarei em Dilma e, caso ela seja eleita, terá em mim um crítico implacável de seu governo. É assim que entendo o que chamam de democracia. O resto é balela.
P.S.: Peço aos internautas que queiram comentar, criticar ou divergir do meu texto, que o façam civilizadamente, com argumentos embasados, não com ofensas ou baixarias. De baixo, já basta o nível do debate dos nossos candidatos na corrida eleitoral.
Zeca Baleiro

(17 de outubro de 2014)

Outubro Rosa,  A Cristal apoia esta campanha!
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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Dilma recebeu quase 90% dos votos em Dom Inocêncio-PI no 1º turno. Aécio ficou com apenas 6,22%



A Presidenta Dilma recebeu uma quantidade expressiva de votos na pequena Dom Inocêncio, no semiárido piauiense. Com quase a totalidade dos votos válidos do município, que somaram 5.147, a candidata a reeleição obteve 4.559, quase 90% do total. Aécio Neves, candidato do PSDB, partido que governa Dom Inocêncio, arrebanhou apenas 6,22% dos votos válidos. Uma pequena mostra do que foi a votação da candidata do PT em todo o Piauí.

Fonte: TSE
Cargo
Nr Cand
Candidato
Partido
Situação
Qt Votos
Nominais
%
Presidente
13
DILMA VANA ROUSSEFF
PT
2º turno
4.559
88,58

45
AÉCIO NEVES DA CUNHA
PSDB
2º turno
320
6,22

40
MARIA OSMARINA MARINA DA SILVA VAZ DE LIMA
PSB
Não eleito
239
4,64

50
LUCIANA KREBS GENRO
PSOL
Não eleito
7
0,14

43
EDUARDO JORGE MARTINS ALVES SOBRINHO
PV
Não eleito
5
0,10

20
EVERALDO DIAS PEREIRA
PSC
Não eleito
5
0,10

16
JOSÉ MARIA DE ALMEIDA
PSTU
Não eleito
4
0,08

28
JOSÉ LEVY FIDELIX DA CRUZ
PRTB
Não eleito
3
0,06

27
JOSE MARIA EYMAEL
PSDC
Não eleito
3
0,06

21
MAURO LUÍS IASI
PCB
Não eleito
2
0,04
Subtotal




5.147

Governador
13
JOSÉ WELLINGTON BARROSO DE ARAÚJO DIAS
PT
Eleito
3.782
76,13

15
ANTONIO JOSE DE MORAES SOUZA FILHO
PMDB
Não eleito
1.152
23,19

Dilma sobe nas pesquisas e já aparece com 52% Aécio 48%, diz DataFolha





Vivemos atrás do significado maior de qualquer coisa que resuma uma época, seja a propagação do vírus Ebola ou a conversão da água do volume morto do Cantareira em drink-ostentação. Os brasileiros do futuro talvez elejam 2014 como um ano histórico. Dirão que foi o ano em que a política ingressou de vez na Idade Mídia, tornando-se um mero ramo da publicidade.
Datafolha mais recente, divulgado na noite desta segunda-feira (20), reforça a sensação de que o principal fenômeno político da atual sucessão presidencial tem sido, até o momento, o triunfo da ideologia da desconstrução. Depois de triturar Marina Silva, expurgando-a do segundo turno, a usina de demolição em que se converteu o comitê de Dilma Rousseff passa no moedor a imagem de Aécio Neves.
O quadro ainda é de empate estatístico. Mas inverteram-se as posições. Nas duas primeiras sondagens do segundo turno, Aécio aparecia à frente de Dilma: 51% a 49%. Agora, é a petista quem ostenta a superioridade numérica: 52% a 48%.
Aécio não desabou como Marina. Porém, a campanha de Dilma, a mais marquetada da temporada, vai transformando-o, devagarinho,  numa paçoca em que se misturam a apelação do bafômetro à merecida cobrança por atos como a construção do agora célebre aeroporto de Cláudio. Tudo isso recoberto com um creme demofóbico que gruda no candidato tucano as pechas de ameaça aos mais pobres e amigo dos muito ricos. Nessa caricatura de segundo turno, Armínio Fraga faz o papel de Neca Setúbal.
Os efeitos são eloquentes. A taxa de rejeição de Aécio ficou maior que a de Dilma: 40% a 39%. Há 12 dias, diziam que jamais votariam no tucano 34% dos eleitores. Rejeitavam a petista 43%. Há mais e pior: Aécio derrete em pedaços do mapa onde sua candidatura parecia mais sólida. Por exemplo: Em 9 de outubro, ele ostentava uma vantagem de 21 pontos sobre Dilma no Sudeste. Hoje, a diferença é de nove pontos.
Não é só: inverteram-se as curvas de preferência eleitoral no estratégico grupo da dita classe média emergente. Nesse nicho, que responde por pouco mais de um terço dos votos em disputa, Aécio prevalecia sobre Dilma na semana passada por 52% a 48%. Agora, é ela quem está na dianteira: 53% a 47%.
Esse naco do eleitorado é composto de gente que progrediu nos últimos anos, sobretudo na Era Lula. São pessoas que atingiram o ensino médio e embolsam até cinco salários mínimos mensais. Em tese, são suscetíveis ao discurso petista da mudança “com segurança'' não como “um tiro no escuro”.
O jogo continua aberto. Há um derradeiro debate pela frente, na tevê Globo. Mas seja qual for o resultado, 2014 consolida-se como o ano da verdadeira nova política, essa que é 100% feita de publicidade. A sucessão parece um teatro de bonecos japonês.
Chama-se bunraku. Nele, os bonecos são manipulados por pessoas vestidas de preto contra um fundo escuro. A plateia vê os manipuladores. Mas finge que eles não estão lá. No caso da eleição brasileira, o homem de preto é João Santana.
Antigamente, o candidato era um pretensioso que invadia a programação do horário nobre da tevê para fazer merchandising do próprio umbigo. Hoje, a melhor candidatura é a que se ocupa de apontar defeitos nos umbigos alheios.
Há um déficit de discussão sobre o que está por vir depois da posse. Mas quem se importa?
Editoria de Arte/Folha
Josias de Souza UOL

Folha de SP censura colunista por declarar voto em texto. Xico Sá pediu demissão.

Meu conterrâneo, o jornalista Xico Sá, recentemente pediu demissão da Folha de São Paulo porque foi impedido de publicar um texto no qual justificava e informava o seu voto na Presidenta Dilma. A Folha não admitiu o que seria o "partidarismo" de Xico, que guardou o texto e altivamente, pediu demissão do Jornal.
Ao contrário de outros profissionais e meios de comunicação, Xico preferiu não induzir o leitor, mas escancarou a sua vontade eleitoral. Se analisarmos a quantidade de outros colegas de profissão que, embora não declarando voto, induzem o leitor a cada postagem ou manifestação, o textículo (desculpando desde já pelo termo) de Xico, seria uma onda a mais, no oceano da chamada grande mídia. 
Por isso, quando ele resolveu tornar público o seu texto, decidi publicá-lo aqui em meu blog. Não apenas em desagravo ao Xico Sá, mas também a outros Chicos que apoiam e declaram seu voto em Dilma. O Buarque, o César e tantos outros Brasil afora, e que acabam sendo julgados por uma manifestação cívica e pacífica, que é a escolha de um candidato. Decisão esta, mormente em função de um período onde uma perigosa e minoritária parcela social tupiniquim, tenta desconstruir o que temos conquistado a duras penas, seja econômica, social e politicamente. Ao terem que emudecer, Xico e tantos outros parecem personagens kafkianas emudecidas por uma eclosão de uma perigosa uma modinha tropical que parece mais um neomacartismo contra tudo e todos que ousam remar contra aquela maré controlada. Antes fosse a volta do tropicalismo.
Antes do texto, publico aqui duas manifestações de conterrãneos nossos, as quais mostram um pouco, de forma bem simples, o que se desnudou no atual cenário eleitoral entre duas candidaturas diametralmente opostas. Uma delas é de um amigo, Professor Antonio Araujo, que assim descreveu porque votará em Dilma:
Além de Araújo, publico aqui um comovente texto do jornalista Luciano Almeida Filho. Fiquei emocionado ao ler o seu texto, que além de sincero é uma forma de mostrar como se vê a atual disputa...